
Tudo parece estar melhor que ontem,
O céu acalmou as nuvens e a tempestade se foi,
O sol brilha de novo e então posso ver no espelho
O quão importante hoje nós somos.
Deitei-me na cama e fechei os olhos,
Lá fora chovia de novo, mais uma vez a tempestade voltou
E levou aqueles raios de sol que aqueciam o nosso profundo sentimento.
Hoje, aqui, a minha alma sente o que sentia à dias atrás,
Em que tudo era levado por um vale de lágrimas.
E o sentido de todas as “nossas coisas” desaparecia.
Há um eco irritante na minha mente, que grita por tudo aquilo que vivemos
Quem fomos e o que nos unia. A solidão embarca de novo e aqui te digo:
-Tenho saudades de pegar na tua mão e senti-la colada à minha,
Onde ninguém conseguia despegá-las pois a muralha era bem mais forte,
-Tenho saudades de sentir os teus braços agarrados ao meu peito e ouvir “Jamais te deixarei”!
-Tenho sim, saudades daquele verdadeiro sentimento que preenchia os nossos corações e que fazia sentido às nossas vidas.
São saudades!
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